sexta-feira, 12 de setembro de 2014

TUDO O QUE REALMENTE VALE A PENA SABER, EU APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA


Livro: Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim - De - Infância

Autor: Robert  Fulghum 

I.S.B.N.: 8571239045


Sinopse (Livraria Saraiva clic aqui!)
Comparado a clássicos como "O pequeno Príncipe" e "Fernão Capelo Gaivota", este livro reúne textos curtos, crônicas líricas e bem-humoradas que lançam uma nova luz sobre o cotidiano. 

Revelando o que há de nobre nas pessoas comuns, o que há de grandioso nas situações banais, Robert Fulghum toca o coração do leitor e desperta nele uma nova percepção. 

Os temas dos textos são os mais variados: o prazer da comida da infância reencontrado num bar de beira de estrada, a surpreendente sabedoria de um velho sapateiro judeu, o escandaloso amor dos guaxinins, o menino surdo que no outono recolhe as folhas caídas das árvores, a experiência metafísica proporcionada pela lavagem de um cesto de roupas sujas... 

A crônica que inspirou o título do livro é um exemplo da comovente e divertida engenhosidade do autor, que enumera as diretrizes simples que norteiam os jardins de infância - dividir tudo, pedir desculpas, fazer um pouco de tudo - e as relaciona com as regras do mundo adulto, mostrando verdades simples e universais podem fazer o mundo melhor. 

Sábio, delicado, comovente, este é um livro para todas as idades, uma obra especial para ser lida e relida muitas vezes.

Pra deixar você curioso, um trechinho....


Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi:

1. Compartilhe tudo;
2. Jogue dentro das regras;
3. Não bata nos outros;
4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
5. Arrume sua bagunça;
6. Não pegue as coisas dos outros;
7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
9. Dê descarga; (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto;
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. 

Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. 

Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.

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